segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

POBRES SÃO OS RICOS QUE IGNORAM OS POBRES

Os ricos poderiam zelar melhor pelo meio ambiente. foto: M. Moscatelli

Quando vemos alguém jogando lixo na rua, pensamos: "Que falta de educação!". Até aí tudo certo. Mas será que educação é privilégio dos ricos?

De fato, as pessoas de baixa renda têm menos acesso à educação básica. Contudo é preciso entender que pessoas ricas causam um impacto maior no meio ambiente. Isto ocorre porque, de um modo geral, pessoas de renda alta produzem mais lixo, consomem mais combustível e poluem as águas mais que os pobres.

É hora da elite repensar seus hábitos. Investir seu dinheiro em empresas sustentáveis, optar por uma vida mais simples e com menos consumo. Os privilegiados que possuem mais dinheiro têm, portanto, uma responsabilidade maior que aqueles com pouco. A de zelar por todos.

A população abastada não deve jamais esquecer que toda a sociedade merece ter acesso a uma educação de qualidade. Sem ela, não haverá progresso no meio ambiente ou na economia. Pense nisso! 
 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A preocupação da comunidade internacional com os limites do desenvolvimento do planeta datam da década de 60, quando começaram as discussões sobre os riscos da degradação do meio ambiente. Tais discussões ganharam tanta intensidade que levaram a ONU a promover uma Conferência sobre o Meio Ambiente em Estocolmo (1972). No mesmo ano, Dennis Meadows e os pesquisadores do "Clube de Roma" publicaram o estudo Limites do Crescimento. O estudo concluía que, mantidos os níveis de industrialização, poluição, produção de alimentos e exploração dos recursos naturais, o limite de desenvolvimento do planeta seria atingido, no máximo, em 100 anos, provocando uma repentina diminuição da população mundial e da capacidade industrial. O estudo recorria ao neo-malthusianismo como solução para a iminente "catástrofe". As reações vieram de intelectuais do Primeiro Mundo (para quem a tese de Meadows representaria o fim do crescimento da sociedade industrial) e dos países subdesenvolvidos (já que os países desenvolvidos queriam "fechar a porta" do desenvolvimento aos países pobres, com uma justificativa ecológica). Em 1973, o canadense Maurice Strong lançou o conceito de ecodesenvolvimento, cujos princípios foram formulados por Ignacy Sachs. Os caminhos do desenvolvimento seriam seis: satisfação das necessidades básicas; solidariedade com as gerações futuras; participação da população envolvida; preservação dos recursos naturais e do meio ambiente; elaboração de um sistema social que garanta emprego, segurança social e respeito a outras culturas; programas de educação. Esta teoria referia-se principalmente às regiões subdesenvolvidas, envolvendo uma crítica à sociedade industrial. Foram os debates em torno do ecodesenvolvimento que abriram espaço ao conceito de desenvolvimento sustentável. Outra contribuição à discussão veio com a Declaração de Cocoyok, das Nações Unidas. A declaração afirmava que a causa da explosão demográfica era a pobreza, que também gerava a destruição desenfreada dos recursos naturais. Os países industrializados contribuíam para esse quadro com altos índices de consumo. Para a ONU, não há apenas um limite mínimo de recursos para proporcionar bem-estar ao indivíduo; há também um máximo. A ONU voltou a participar na elaboração de um outro relatório, o Dag-Hammarskjöld, preparado pela fundação de mesmo nome, em 1975, com colaboração de políticos e pesquisadores de 48 países. O Relatório Dag-Hammarskjöld completa o de Cocoyok, afirmando que as potências coloniais concentraram as melhores terras das colônias nas mãos de uma minoria, forçando a população pobre a usar outros solos, promovendo a devastação ambiental. Os dois relatórios têm em comum a exigência de mudanças nas estruturas de propriedade do campo e a rejeição pelos governos dos países industrializados. No ano de 1987, a Comissão Mundial da ONU sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), presidida por Gro Harlem Brundtland e Mansour Khalid, apresentou um documento chamado Our Common Future, mais conhecido por relatório Brundtland. O relatório diz que "Desenvolvimento sustentável é desenvolvimento que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades". O relatório não apresenta as críticas à sociedade industrial que caracterizaram os documentos anteriores; demanda crescimento tanto em países industrializados como em subdesenvolvidos, inclusive ligando a superação da pobreza nestes últimos ao crescimento contínuo dos primeiros. Assim, foi bem aceito pela comunidade internacional. A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992, mostrou um crescimento do interesse mundial pelo futuro do planeta; muitos países deixaram de ignorar as relações entre desenvolvimento sócio-econômico e modificações no meio ambiente. Entretanto, as discussões foram ofuscadas pela delegação dos Estados Unidos, que forçou a retirada dos cronogramas para a eliminação da emissão de CO2 (que constavam do acordo sobre o clima) e não assinou a convenção sobre a biodiversidade. O termo desenvolvimento sustentável define as práticas de desenvolvimento que atendem às necessidades presentes sem comprometer as condições de sustentabilidade das gerações futuras. Seus princípios consideram: Os princípios do desenvolvimento sustentável são baseados nas necessidades, sobretudo as necessidades essenciais e, prioritariamente, aquelas das populações mais pobres; e limitações que a tecnologia e a organização social impõem ao meio ambiente, restringindo a capacidade de atender às necessidades presentes e futuras. Em sentido amplo, a estratégia de desenvolvimento sustentável visa a promover a harmonia entre os seres humanos e entre esses e a natureza. Para tanto, são necessários: sistema político com efetiva participação dos cidadãos no processo de decisão; sistema econômico competente para gerar excedentes e conhecimentos técnicos em bases confiável e constante; sistema social capaz de resolver as diferenças causadas por um desenvolvimento desigual; sistema de produção que preserve a base ecológica do desenvolvimento; Sistema tecnológico que busque novas soluções; Sistema internacional com padrões sustentáveis de comércio e financiamento; Sistema administrativo flexível e capaz de autocorrigir-se. O desenvolvimento sustentável não trata somente da redução do impacto da atividade econômica no meio ambiente, mas principalmente das consequências dessa relação na qualidade de vida e no bem-estar da sociedade, tanto presente quanto futura. Segundo o Relatório da Comissão Brundtland, elaborado em 1987, uma série de medidas devem ser tomadas pelos países para promover o desenvolvimento sustentável. Entre elas: Limitação do crescimento populacional; Garantia de recursos básicos (água, alimentos, energia) a longo prazo; Preservação da biodiversidade e dos ecossistemas; Diminuição do consumo de energia e desenvolvimento de tecnologias com uso de fontes energéticas renováveis; Aumento da produção industrial nos países não-industrializados com base em tecnologias ecologicamente adaptadas; Controle da urbanização desordenada e integração entre campo e cidades menores; Atendimento das necessidades básicas (saúde, escola, moradia). Em âmbito internacional, as metas propostas são: Adoção da estratégia de desenvolvimento sustentável pelas organizações de desenvolvimento (órgãos e instituições internacionais de financiamento); Proteção dos ecossistemas supra-nacionais como a Antártica, oceanos, etc, pela comunidade internacional; Banimento das guerras; Implantação de um programa de desenvolvimento sustentável pela Organização das Nações Unidas (ONU). O conceito de desenvolvimento sustentável deve ser assimilado pelas lideranças de uma empresa como uma nova forma de produzir sem degradar o meio ambiente, estendendo essa cultura a todos os níveis da organização, para que seja formalizado um processo de identificação do impacto da produção da empresa no meio ambiente e resulte na execução de um projeto que alie produção e preservação ambiental, com uso de tecnologia adaptada a esse preceito. Entre as empresas que aplicaram um projeto de desenvolvimento sustentável são citadas 3M, McDonalds, Dow, DuPont, Pepsi, Coca-Cola e Anheuser-Busch. Algumas outras medidas para a implantação de um programa minimamente adequado de desenvolvimento sustentável são: Uso de novos materiais na construção; Reestruturação da distribuição de zonas residenciais e industriais; Aproveitamento e consumo de fontes alternativas de energia, como a solar, a eólica e a geotérmica; Reciclagem de materiais reaproveitáveis; Consumo racional de água e de alimentos; Redução do uso de produtos químicos prejudiciais à saúde na produção de alimentos. O atual modelo de crescimento econômico gerou enormes desequilíbrios; se, por um lado, nunca houve tanta riqueza e fartura no mundo, por outro lado, a miséria, a degradação ambiental e a poluição aumentam dia-a-dia. Diante desta constatação, surge a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação ambiental e, ainda, ao fim da pobreza no mundo. As pessoas que trabalharam na Agenda 21 escreveram a seguinte frase: "A humanidade de hoje tem a habilidade de desenvolver-se de uma forma sustentável, entretanto é preciso garantir as necessidades do presente sem comprometer as habilidades das futuras gerações em encontrar suas próprias necessidades". Essa frase toda pode ser resumida em poucas e simples palavras: desenvolver em harmonia com as limitações ecológicas do planeta, ou seja, sem destruir o ambiente, para que as gerações futuras tenham a chance de existir e viver bem, de acordo com as suas necessidades (melhoria da qualidade de vida e das condições de sobrevivência). Será que é possível conciliar tanto progresso e tecnologia com um ambiente saudável? Acredita-se que isso tudo seja possível, e é exatamente o que propõem os estudiosos em Desenvolvimento Sustentável (DS), que pode ser definido como: "equilíbrio entre tecnologia e ambiente, relevando-se os diversos grupos sociais de uma nação e também dos diferentes países na busca da eqüidade e justiça social". Para alcançarmos o DS, a proteção do ambiente tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento e não pode ser considerada isoladamente; é aqui que entra uma questão sobre a qual talvez você nunca tenha pensado: qual a diferença entre crescimento e desenvolvimento? A diferença é que o crescimento não conduz automaticamente à igualdade nem à justiça sociais, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto da qualidade de vida a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de alguns indivíduos da população. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, levando em consideração, portanto, a qualidade ambiental do planeta. O DS tem seis aspectos prioritários que devem ser entendidos como metas: A satisfação das necessidades básicas da população (educação, alimentação, saúde, lazer, etc); A solidariedade para com as gerações futuras (preservar o ambiente de modo que elas tenham chance de viver); A participação da população envolvida (todos devem se conscientizar da necessidade de conservar o ambiente e fazer cada um a parte que lhe cabe para tal); A preservação dos recursos naturais (água, oxigênio, etc); A elaboração de um sistema social garantindo emprego, segurança social e respeito a outras culturas (erradicação da miséria, do preconceito e do massacre de populações oprimidas, como por exemplo os índios); A efetivação dos programas educativos. Na tentativa de chegar ao DS, sabemos que a Educação Ambiental é parte vital e indispensável, pois é a maneira mais direta e funcional de se atingir pelo menos uma de suas metas: a participação da população. Energia, Ambiente & Desenvolvimento - Caderno digital de informação sobre energia, ambiente & desenvolvimento


sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Dez atitudes domésticas - ecologicamente corretas


Substituir sacolas de plástico
A sacola de plástico é a atual vilã do ambientalismo. Sua substituição pelas de papel é a primeira – e muitas vezes a única – atitude sustentável que pessoas e empresas estão dispostas a adotar. Em decorrência disso, o consumo de embalagens de papel no Brasil aumentou 30% desde o ano passado. O plástico das sacolas demora quatro séculos para se decompor na natureza, usa petróleo como matéria-prima e, se jogado em rios e mares, provoca a morte de animais que engolem o resíduo. Só que as vantagens da troca pelas sacolas de papel não são tão evidentes. A produção do papel emite 70% mais poluentes atmosféricos que a de plástico. A reciclagem do papel consome 98% mais energia que a do plástico. A solução talvez não seja a troca, mas um descarte mais eficiente das embalagens plásticas.
Fazer xixi no banho
A campanha lançada pela SOS Mata Atlântica baseia-se numa conta simples: cada descarga utiliza 12 litros de água tratada. Como um adulto saudável urina, em média, quatro vezes ao dia, são 17.520 litros de água por ano. O objetivo do xixi no banho é aproveitar a água que já está sendo usada e poupar uma descarga por dia. Evidentemente, há modos mais eficientes de economizar água. Adotar bacias sanitárias com caixa acoplada que gaste só 6 litros por descarga, por exemplo. De qualquer forma, toda iniciativa para economizar água tratada é bem-vinda.
Reciclar o lixo
Papel, vidro e plástico são recicláveis, com vantagens óbvias para a natureza. Economizam-se matéria prima e energia. Evita-se o acúmulo de detritos em aterros e lixões. O problema é como fazer isso. Raras cidades brasileiras têm coleta seletiva de lixo. Em São Paulo, por exemplo, esse tipo de serviços só atende a 20% das residências. Em muitos lugares, o melhor a fazer é encaminhar o material reciclável para instituições ou cooperativas de recicladores.
Abolir a carne da dieta
A rigor, não há motivo para colocar no mesmo prato a abstenção do consumo de carne (que é uma postura filosófica) e a adoção de hábitos sustentáveis – mas existe certa confusão popular entre as duas. É verdade que a pecuária responde por 17% das emissões de gases do efeito estufa e ocupar terras que teoricamente poderiam ser florestas – mas o mesmo se poderia dizer da agricultura. Ambos, a carne e os vegetais, são recursos renováveis domesticados pelo homem e fazem bem à saúde. “Alimentar-se só de vegetais pode causar doenças, como a anemia.” – diz Solange Saavedra, do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo.
Desligar o equipamento eletrônico da tomada
Estima-se que, em média, 15% da conta de eletricidade de uma residência se deva ao consumo de aparelhos em stand-by. Aí está uma providência simples que resulta em economia de energia (em outras palavras, reduz o uso de recursos naturais e a emissão de gases do efeito estufa) e alivia o peso da conta de luz. Um uso sustentável da eletricidade pode incluir equipamentos de consumo eficiente, substituição das lâmpadas incandescentes por modelos econômicos e a administração cuidadosa do período em que o ar-condicionado permanece ligado.
Deixar de imprimir documentos
Economizar papel tem três objetivos. Primeiro, diminui a produção de lixo. Segundo, evita a derrubada de árvores. Terceiro, reduz o consumo de água. Doze árvores são derrubadas para cada tonelada de papel virgem. São necessários 540 litros de água para fazer um quilo de papel. O Instituto Akatu, que promove o consumo consciente, calcula que uma empresa com 100 funcionários que use 50 mil folhas de papel por mês consome indiretamente 128 mil litros de água. “Só que ninguém tem de abolir de vez o papel, um item essencial para o homem”, diz Camila Melo, do Akatu. “O certo é usá-lo somente quando for necessário”.
Desligar o chuveiro enquanto se ensaboa
A quantidade depende da vazão de cada chuveiro, mas uma boa ducha pode gastar 30 litros de água por minuto. Basta multiplicar para ver como simples economizar água e dinheiro. Na região metropolitana de São Paulo, o metro cúbico de água tratada custa 6,10 reais. Parece barato? Um banho diário de 10 minutos custa 350 reais em um ano. Um dinheiro que vai literalmente pelo ralo.
Fazer compostagem
O processo para converter resíduos orgânicos, como alimentos e grama, em adubo é trabalhoso e demorado. Leva dois meses para estar completo. Em compensação, reduz o volume do lixo doméstico em 60%. O adubo pode ser aproveitado no jardim, na horta ou no sítio. Devido à complexidade da produção e do uso, a compostagem é restrita a uma minoria de residências, o que reduz seu impacto positivo no ambiente. Clique aqui para comprar composteiras (tamanhos disponíveis P, M, G e GG)
Trocar o carro a gasolina por um elétrico
O carro elétrico não polui o ar e não utiliza combustíveis fósseis (exceto por tabela nos países cuja matriz energética é formada por carvão, petróleo ou gás natural). Bastante eficaz, aproveita 90% da energia gerada, diante de 17,5% do motor de combustão interna. De qualquer forma, a troca é uma decisão a ser tomada no futuro, visto que ainda não há produção em massa de carros elétricos no Brasil.
Parar de jogar óleo na pia
O óleo que é jogado na rede de esgotos ajuda a formar uma massa compacta de detritos que entope as tubulações e contribui para inundações. Quando contamina os reservatórios, o óleo torna mais caro e trabalhoso o tratamento da água para uso nos domicílios. Uma boa prática é recolher o óleo usado e encaminhá-lo a uma instituição ou empresa que cuide de sua reciclagem (o material pode virar biocombustível ou sabão).
Fonte dos textos: Revista Veja Especial Sustentabilidade Dezembro 2010 – “Um novo jeito de viver”

O Meio Ambiente é tudo !


          Fico feliz que pelo menos hoje, jornais, revistas, programas de tv e blogs dediquem seu tempo à falar do meio ambiente. E eu fico torcendo para que esse dia seja um marco na vida das pessoas para que abram sua consciência e mudem seu estilo de vida de consumo e descaso para uma mais sustentável.
         Só que, o que quero ressaltar aqui, é que meio ambiente é TUDO. E que é triste ver um Jornal como OGlobo, dedicar um caderno especial ao meio ambiente em que o único tema descutido é a Água. Porém, devo dizer que se trata de um excelente especial sobre a Água, e que se hoje mesmo fosse Dia da Água, eu não teria críticas à respeito. 
        Preciso dizer isso aqui, porque vai contra o meu discurso:  o meio ambiente é tudo à sua volta, não só natureza mas também o espaço construído. É amplo, reúne muitos temas para um só caderno especial, concordo. Mas por favor entenda que o dia de hoje não se resume só à água. Aliás, o meio ambiente deve ser abordado todos os dias, e é. Só que ao lermos uma matéria no jornal, não notamos que estamos falando sobre o meio ambiente. Tudo se resume ao meio ambiente. Porque não adianta sobre o que vamos conversar ou nos preocupar, no fim de tudo, dependemos da qualidade desse meio para sobreviver.
          No caderno principal, em “Opinião”, um ótimo relato sobre a questão atual do ministro Carlos Minc, começa assim:
“Não importa o destino do ministro Carlos Minc. Importa é como o Brasil conseguirá manejar com um tema fundamental para a Humanidade, o meio ambiente.”, e termina:
         “Minc subiu a voz contra ministros e parlamentares talvez por ter percebido o isolamento político que vive em Brasília. O chefe, presidente Lula, parece executar nas conversas privadas de gabinete a mesma coreografia encenada nos palcos e auditórios, onde fala aquilo que plateias e interlocutores querem ouvir. Minc já deve ter achado que recebia apoio incondicional de Lula, e percebido depois que o mesmo é dito a todos. Inclusive a quem se lixa para o meio ambiente. Ontem, saiu animado de uma conversa com Lula. A ver. Como analisou um ex-ocupante da cadeira de Minc, Gustavo Krause, ministro de FH entre 1995 e 98: o meio ambiente é uma questão central para a Humanidade e periférica para os governos brasileiros. E assim o tema fica sobre os ombros de uma pessoa apenas, o ministro. Todos os demais não dão bola para o assunto, quando o desenvolvimento sustentado deveria ser responsabilidade de Estado. A crise em torno de Minc se refere a algo mais importante que o futuro de um ministro. Tem a ver se o Estado brasileiro entende mesmo o que significa meio ambiente. Tudo indica que até hoje não entendeu do que se trata.”

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


Crotalária Contra a Dengue


Crotalária: essa planta está sendo utilizada no combate a dengue, porque atrai a libelula, um inseto predador do mosquito da dengue e da febre amarela



Com o plantio da Crotalária em terrenos baldios, quintais, jardins, vasos e inclusive nas margens dos rios, ela atrai a Libélula que põe seus ovos em água parada e limpa, da mesma maneira que o Aedes.

Os ovos nascem, viram larvas e essas larvas se alimentam de outras larvas, inclusive do mosquito transmissor da Dengue. Além de tudo isso, a Libélula adulta se alimenta de pequenos insetos e o Aedes aegypti faz parte do seu cardápio, o que pode diminuir a manifestação.

São plantas pouco exigentes e com grande potencial de fixação biológica de nitrogênio. O seu crescimento é mais rápido e tem sido muito usada como adubo verde em rotação com diversas culturas e no enriquecimento do solo.
fonte:art & reciclagem

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